segunda-feira, 25 de junho de 2012


From USA to Brazil: a postcard!


Como já deu pra perceber, ao longo dos meus posts, há alguns trechos de músicas, explicitando ser esta uma das minhas paixões. Sendo assim, o trecho escolhido para começar este 'Diário de Bordo' é da minha banda favorita, Red Hot Chili Peppers.

"It's time to leave this town, it's time to steal away
Let's go get lost anywhere in the U.S.A.
Let's go get lost, let's go get lost..."
 












Estou apenas no começo dessa experiência, mas o conceito de crescimento pessoal não sai da minha cabeça a cada situação que vivencio aqui, longe dos meus. 

Em meio a tantas pessoas diferentes, lugares, costumes, idiomas (... sim, por que não é só com o inglês que estou me familiarizando, mas também como o 'Swahili', 'Espanhol', 'Hindi' e 'Corean Language', devido à quantidade desses povos aqui em Columbus), é como se você pusesse no maior zoom o conceito de mundo, culturas e realidades existentes na sua cabeça. E cada vez mais você vai percebendo que precisa estar em harmonia com o mundo pra que as coisas possam fluir.

As pessoas que pude conhecer nesse pequeno espaço de tempo se mostraram bastante simpáticas, de bem com a vida e dispostas a ajudar, pois é... os americanos mostraram-se diferente da fama que me tinha sido passada em relação ao temperamento, mas são realmente patrióticos, em várias casas encontramos a bandeira de seu país erguida, coisa que só acontece em tempo de copa do mundo no Brasil, e olhe lá. O tempo e condições climáticas daqui também me surpreenderam, pois chegamos no verão e provamos que realmente as estações do ano aqui são muito bem definidas. A temperatura está alta e a sensação térmica mais ainda. É  dificil imaginar como uma terra em que faz tanto sol e calor fique coberta com cm's e cm's de neve no inverno, mas aqui é assim. Outono e primavera são bem característicos também, com suas muitas folhas pelo chão e flores por toda a parte, respectivamente.

Resumão: A viagem foi muito fria, os 4 vôos, passamos 12 horas em Miami (It was really freezing!!!) Alívio quando chegamos aqui, o clima bastante ensolarado. Começamos um treinamento no laboratório, o pessoal de lá nos ajudou a nos estabelecer na cidade. Nessa segunda semana estamos começando a parte prática. A cidade é linda, muito arborizada e cheia de grama, tudo muito harmonizado e planejado. A comida aqui é muito barata (Coca-cola de 2L a U$ 1), mas o cinema não. Os motoristas são muito educados. As ruas são calmas e ninguém anda à  pe. Todo mundo de carro!








A experiência está sendo realmente rica, principalmente por causa das relações interpessoais que estão sendo firmadas, e que, neste caso, também são interculturais. Agora, mais do que nunca, valorizo a educação vinda do meu seio familiar (Muito obrigada, família!!!) pois,  quando as relações entre as pessoas são genuinamente gratuitas, tudo se dá de forma verdadeira, sem esforços. Mas quando é pautada no interesse sobre o que a outra pessoa pode trazer, todo esforço empregado para adquirir e manter a relação pode até trazer a vantagem almejada, mas a este faltará distinção sobre o que é amizade e o que é investimento, sobre o que é verdadeiro e o que não é.

Assim é a vida nos Estados Unidos da América. Onde as casas são de madeira e carros parecem de brinquedo. E onde, ao acordar ao som de um cortador de grama, você percebe a realidade de uma sociedade pautada num ideal de ORDEM que aspira cada vez mais ao PROGRESSO.

"Now let us drink the stars, it's time to steal away
Let's go get lost right here in the U.S.A.
Let's go get lost, let's go get lost..."



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domingo, 20 de maio de 2012


"Quando se vê algo do qual participamos da gênese caminhando com seus próprios pés, é impossível conter a cachoeira dos olhos." (Lusi Farias)

Dedicado à minha querida quadrilha junina "Juventude Nordestina" e inspirado nas palavras poéticas do meu amigo Deivide Eduardo.
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segunda-feira, 30 de abril de 2012


Eterno brincar...


Provamos da misericórdia de DEUS todos os dias... ao respirar, ao abrir os olhos. Se tivéssemos só o que merecemos, estaríamos perdidos. Como entender um amor assim? ... sem paredes, sem preconceitos, sem regras, sem doutrinas, sem leis...é difícil de entender! Um AMOR assim parece um mistério indecifrável que nós humanos não conseguimos entender. Já tive alguns momentos ceticistas, mas os sentimentos e acontecimentos inexplicáveis me explicaram, me mostraram... e hoje esses mistérios não me fazem desacreditar, mas sim me fascinar. Me fazem ver que o mundo não gira ao meu redor, nem sempre na direção que eu quero, mas na direção que é preciso que ele gire. E que não devo fazer coisas esperando algo, mas simplesmente fazer coisas... e esperar... Minha certeza brotou da incerteza, e minha lucidez, da loucura. Minha razão nasceu das consequências de momentos ou atos passionais e o meu certo deixou de ser absoluto, assim também como o meu errado. E com a idade, vendo que o meu avesso se tornava mais importante do que o meu rótulo, tentei cuidar melhor dele, para que as pessoas vissem de fato o que não conseguem enxergar e deixassem de enxergar o que podem, de fato, ver. E assim são feitos os mistérios... indecifráveis no início, mas auto-explicativos no decorrer da vida, nunca fáceis de desvendar, às vezes intrigantes e quase sempre contraditórios. Desmistificam nossas certezas, questionam nossos pré-conceitos e, por vezes, quebram a nossa cara...

Desacreditamos por não conhecermos o princípio científico ou conceitual de algo, mas a própria ciência e o próprio conceito são variáveis inventadas. Tendemos a acreditar apenas no que é lógico, mas esquecemos que a lógica também foi inventada... e o mistério NÃO!
Agora questiono mais sentenças negativas do que positivas... mas não me frustro quando minha resposta vem sem iniciar com a palavra PORQUE... em casos assim, sem explicação, procuro desfrutar do mistério que elas me proporcionam para refletir, e mesmo que não me tragam sua própria explicação, me permitem, sem querer, a explicação de várias outras coisas pras quais eu já julgava ter respostas. E geralmente é assim que acontece.
Por quê?
Sei lá... talvez por isso chame-se MISTÉRIO... 

(Lusi Farias)

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terça-feira, 20 de março de 2012


Sem Rumo


Depois de uma experiência de 3 dias, certas coisas se tornam bem mais claras. É como se uma luz se acendesse numa sala escura, revelando coisas que você já deveria saber que estão lá, mais algumas coisas novas que, de fato, você não teria como imaginar que existiriam. Por isso é importante se jogar sem reservas em certos momentos da vida. Mesmo que você julgue passar por momentos ou situações previsíveis, há sempre algo novo para acrescentar às páginas do seu livro. Mesmo que talvez sejam episódios que você deva escrever com tinta vermelha, mesmo que dê vontade de passar um corretivo depois, mas nada acontece por acaso, cada experiência vivenciada irá exercer um papel fundamental em suas escolhas lá na frente. Por isso arrisque, lance-se, busque, saia, VIVA! Onde existe vida, nenhum lugar é tão claro que nunca tenha experimentado a escuridão, nem há breu que nunca tenha contido um raio de luz, nem que fosse só por instantes. Talvez por isso a imperfeição seja tão fantástica, tão instigável, tão provocativa: sempre faltará algo, algo que precisa ser buscado a cada dia, a cada minuto. Talvez não fôssemos amados tanto se fôssemos perfeitos. Não seríamos tão apaixonantes, tão surpreendentes, tão ESPECIAIS! Se nossas diferenças se limitassem a um número de série, ai da vida!!! Esta seria vazia de graça e de sentidos. Por isso assim somos, por isso a necessidade de nos conhecermos, assim fica mais fácil de conhecer o outro. Parece ser cruel dizer isso, mas quem não se conhece chega a ser desrespeitoso consigo mesmo e, quando isso parte pra fora, não é diferente.
Em apenas três dias foi possível compreender o valor de uma partida. Uma tomada de rumo para águas estranhas, desconhecidas, deixando para trás águas límpidas que, ao contrário do curso de um rio, não passavam, estavam sempre ali, inertes a lhe aquecerem. Agora águas frias virão, águas geladas, mas que a esperança encomenda que se tornem confortáveis e agradáveis, tal qual as primeiras.
“Eu aprendi com a dor, nada mais é o amor que o encontro das águas.” (Jorge Aragão)

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


Nenhum dia é vazio quando se tem inúmeras provas de amor nele. (Lusi Farias)
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012


A FOMT social

Hoje percebi algo... sobre as redes sociais... dentre todas as suas utilidades, para a maioria de seus usuários, servem primeiramente para preencherem algum vazio, seja ele provocado pelo tédio de não fazer nada, seja para expor pras pessoas uma realidade “ligeiramente” diferente da sua vida, ou para ficarem a par de realidades alheias. Dificilmente são utilizadas para manterem contatos com pessoas ou parentes que moram longe, mas sim para com aqueles que nós podemos caminhar até a casa para termos uma boa conversa. Dificilmente “logamos” para nos atualizar de acontecimentos importantes no mundo, mas sim para sabermos se Luíza já voltou ou não do Canadá, ou para querermos parecer interessantes ao criticar quem posta esse tipo de coisa e nos sentir “Os Cultos” por não curtirmos isso.

Uma coisa merece ser sabida por quem utiliza quaisquer umas dessas mídias: o termo REDE SOCIAL já indica que todo tipo de assunto pode ser exposto, qualquer manifestação. O fato é que muitos a utilizam para ESCANCARAR ou ESFREGAR um ponto de vista na cara da “sociedade hipócrita” esquecendo-se que também pertence a essa sociedade e aí, consequentemente, presencia-se preconceitos e mais preconceitos nos posts ou comentários.  Para os que o uso é cotidiano, é algo condicionado ligar o computador e automaticamente entrar na rede, mas é  fundamental saber se expor, bem como  expor o outro, esteja ele próximo ou distante, amigo ou uma celebridade que só conhecemos pela TV. Não preciso nem mencionar os perigos que estão envolvidos na falta da precaução na disponibilidade de informações pessoais, pois a mídia já anda cheia de exemplos, ainda mais pelo fato de crianças, com cada vez menos idade, terem acesso à mídia social.

Em resumo, acredito que para cada pessoa o uso das redes sociais é feito para várias finalidades, segundo seu estado de espírito.  Hoje pode ser para o entretenimento, amanhã para a comunicação, de fato, depois de amanhã      por falta do que fazer e próxima semana pelo impulso mesmo.  O fato é que não se deve trocar a comunicação oral, presencial pela digital, nem o olho no olho por um emoticon. Não devemos desprezar nossa capacidade de nos expressar para as pessoas limitando-a apenas ao uso do teclado de um computador. 
As redes sociais são muito importantes em diversos aspectos, mas os contatos proporcionados por uma boa conversa tendem a aproximar mais verdadeiramente as pessoas.

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sábado, 21 de janeiro de 2012


Tudo tem que ser muito verdadeiro.
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